O que aconteceu na economia? | Fevereiro de 2025

Em fevereiro, as bolsas americanas perdem parte do brilho com a possibilidade de menos cortes de juros e desaceleração da atividade, além da recuperação de outras regiões do globo (Europa e China principalmente). Uma das grandes discussões no mercado foi o desempenho das chamadas Magnificent 7, as gigantes da tecnologia da bolsa americana que lideraram os ganhos nos últimos anos. Curiosamente, elas apresentaram um desempenho inferior ao de setores mais tradicionais, sinalizando que o mercado está reavaliando suas expectativas.
O que aconteceu na economia? | Janeiro de 2025

O segundo mandato de Donald Trump tem sido menos turbulento do que o esperado, especialmente no que diz respeito às tarifas comerciais. Essa postura mais moderada beneficia os mercados emergentes ao reduzir as expectativas inflacionárias nos Estados Unidos, diminuindo, consequentemente, a necessidade de novas altas de juros por lá. Esse alívio foi reforçado pelo índice de preços ao consumidor norte-americano (CPI), que registrou a menor inflação mensal desde julho de 2024.
O que aconteceu na economia? | Dezembro de 2024

Em 2024, os Estados Unidos mantiveram uma posição de destaque, impulsionados por cortes nos juros e uma economia sólida. A perspectiva de crescimento de 3% foi sustentada pela política monetária mais branda, com a taxa de juros em 4,3%. A expectativa de uma nova fase econômica com Donald Trump reforça o “excepcionalismo americano”, prometendo desregulamentação e cortes de impostos que devem manter o dólar forte e atrair investimentos globais.
O que aconteceu na economia? | Novembro de 2024

No cenário internacional, os holofotes estão voltados para as mudanças na política econômica dos Estados Unidos.No Brasil, o governo finalmente apresentou um pacote de medidas para controlar o crescimento das despesas obrigatórias, como salários e benefícios sociais.
O que aconteceu na economia? | Outubro de 2024

Nos EUA, o crescimento econômico segue sólido, mas as eleições aumentam as incertezas e elevam os juros de longo prazo. No Brasil, a economia aquecida e a pressão inflacionária levam o Banco Central a considerar ajustes mais agressivos na Selic. A desvalorização do real e os riscos fiscais impactam os retornos dos ativos de renda fixa e variável. Na Europa, a recessão ameaça acelerar cortes de juros, enquanto a China amplia estímulos para impulsionar seu crescimento.
O que aconteceu na economia? | Setembro de 2024

Após um longo período de onze elevações consecutivas entre 2022 e 2023, seguido por oito reuniões sem mudanças, o Federal Reserve (Banco Central dos EUA) finalmente reduziu a taxa de juros (Fed Funds Rate) em 0,50 pontos percentuais, colocando-a entre 4,75% e 5%. Esse movimento, considerado mais agressivo, foi impulsionado pelo enfraquecimento do mercado de trabalho. Em resposta, as bolsas globais reagiram de forma positiva.