Veja com transparência o que sai por ano em taxas, comissões e custos embutidos nos produtos da sua carteira.
Distribua 100% entre as classes. Se você tem previdência (VGBL/PGBL), inclua dentro do tipo de fundo dela: fundo de ações/multi vai na primeira linha; fundo de RF vai na segunda.
Soma: 0% — precisa somar 100%
Custo anual estimado da sua carteira
R$ —
Preencha patrimônio e alocação para ver.
Pelo modelo de consultoria independente
Sem conflito de interesse
A diferença entra antes do custo: a recomendação fica alinhada ao seu objetivo, não à comissão do produto.
Importante
—% da sua carteira está concentrada em fundos de gestão ativa, crédito privado (CRI/CRA/debêntures) e COE — produtos com custo embutido elevado, baixa liquidez (capital travado por anos) e riscos específicos pouco discutidos na hora da venda. É importante revisar essa concentração, esse nível de exposição costuma ser desproporcional para a maioria das carteiras.
Agendar uma revisãoEstimativas baseadas em médias de mercado — taxas reais variam por produto, banco ou corretora.
Custos de investimento são o que separa o que o seu dinheiro renderia do que ele efetivamente rende. Em horizontes longos (10, 20, 30 anos), uma diferença aparentemente pequena de 1% ao ano em taxas pode significar centenas de milhares — às vezes milhões — de reais a menos no patrimônio final, por conta dos juros compostos.
O problema é que boa parte desses custos não aparece no extrato. Eles vêm embutidos no preço do produto:
No modelo tradicional, seu assessor ou gerente de banco é remunerado pela instituição financeira — através das comissões embutidas em cada produto que ele te recomenda. Isso cria um conflito estrutural: ele ganha mais recomendando produtos mais comissionados, não necessariamente os melhores pra você.
O modelo fee-based inverte essa lógica. Você paga diretamente uma taxa anual pela consultoria, e o consultor não ganha mais ou menos dependendo do que você compra. As recomendações passam a ser baseadas exclusivamente no seu objetivo — não na grade de comissão. Essa é a base sobre a qual uma consultoria de verdade pode ser construída.
A calculadora mostra um dado importante — quanto sai por ano da sua carteira em custos. Mas reduzir uma consultoria patrimonial a "quem tem o fee mais baixo" perde o ponto. O ganho real vem antes do custo:
O modelo fee-based permite esse trabalho — porque elimina o incentivo errado. Mas é o trabalho em si que faz a diferença na vida patrimonial de uma família.
A calculadora dá uma estimativa do componente de custo — útil pra entender a ordem de grandeza do que sai por ano em taxas. Use como referência educativa, não como critério de decisão. Conversamos sobre o seu caso →
Próximo passo
O ganho real de uma consultoria independente não está em economizar taxa — está em estratégia, alocação adequada aos seus objetivos, e planejamento patrimonial alinhado com sua família. Conversamos com você sobre o seu cenário.
Agendar conversaÉ um modelo de remuneração em que o cliente paga diretamente uma taxa fixa pela consultoria — em vez de remunerar o assessor ou gerente de banco por comissões embutidas nos produtos. Resultado: não há conflito de interesse na recomendação, porque o consultor não ganha mais ou menos dependendo do que você compra.
O custo está embutido no preço. Em vez de você receber, por exemplo, CDI+1,5%, o produto chega na sua mão rendendo CDI+1,2% — a diferença (chamada de spread) foi para remunerar o banco/corretora distribuidora e o assessor ou gerente que te ofereceu o produto. Você não vê esse custo no extrato, mas ele aparece na rentabilidade abaixo do potencial.
É uma taxa adicional cobrada pelo fundo quando ele supera um benchmark (normalmente o CDI). O padrão é 20% sobre o que excede o benchmark. Em anos bons, isso pode somar 0,5% a 1,5% ao ano além da taxa de administração. Em anos ruins, não é cobrada — mas a taxa de administração continua sendo.
O COE (Certificado de Operações Estruturadas) é um produto complexo com prazo determinado e estrutura de derivativos. Para montar essa engenharia, costuma haver um custo entre 2% e 4% embutido no preço de entrada (a depender da estrutura) — que não aparece no extrato. Esse custo, somado à complexidade do produto, é parte do motivo pelo qual muitos COEs acabam entregando rentabilidade abaixo de alternativas mais simples como o CDI.
Depende da classe. Taxas de administração de fundos, custódia do Tesouro Direto e corretagem são recorrentes — saem todo ano. Já os custos embutidos em CDB, LCI, LCA, CRI, CRA, debêntures e COE são pagos apenas na entrada (já vêm no preço do produto), mas a calculadora distribui esse custo ao longo do tempo médio em que o produto fica na carteira, para que fique comparável.
Adotamos o modelo fee-based: a cobrança é feita por meio de um valor fixo ou de um percentual pré-acordado sobre o volume de ativos sob consultoria. O percentual varia conforme a faixa de patrimônio do investidor, garantindo transparência total e alinhamento de interesses.